TEMPO DA EPIFANIA
Epifania, em grego, significa manifestação, ou também revelação esplendorosa.
Houve a primeira manifestação aos pastores pobres de Belém, os primeiros judeus a reconhecerem o seu Deus; eles contemplaram os Anjos que cantavam o “Gloria in excelsis Deo”. Esses pastores, avisados pelos Anjos, naquela mesma noite reconheceram e adoraram o recém-nascido Salvador do Mundo.
Uma segunda manifestação da divindade de Jesus aconteceu quarenta dias após o nascimento, em sua apresentação no Templo. Simeão e Ana ao vislumbrarem o menino Jesus, contemplaram o Messias.
Nosso Senhor também se manifestou aos pagãos, por meio de ilustres personagens, provenientes de longe: é a terceira manifestação de Jesus ao mundo, agora através dos Reis Magos. Segundo a tradição seus nomes eram Melchior, Gaspar e Balthazar (habitualmente representado como preto).
Segundo São Mateus, eles vieram do Leste de Jerusalém, o que leva a pensar que vinham da área cultural da Caldéia. Sabe-se que os caldeus tinham grandes conhecimentos de astronomia e que pelos seus cálculos astronômicos, o nascimento haveria de ser sinalizado por uma estrela no Céu.
A tradição passou de geração em geração nas famílias desses reis, até que se cumpriram os tempos:
a estrela anunciada apareceu e os guiou até Belém.Eles levaram um rico cortejo e presentes preciosos para o Salvador da humanidade : ouro, incenso e mirra, isto é prendas que simbolizavam a realeza, a divindade e a imortalidade do novo Rei.
“Os Magos, seguindo a estrela, encontram o lugar onde estava o Salvador com Maria e José. E voltaram às suas regiões por outro caminho.Quem encontra Jesus Cristo muda de caminho … Já não podem voltar a Herodes”. (homilia de S.José Maria Escrivá)
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